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Um terço da população teme que tecnologia ameace seu emprego

Informações estão no bloco de Inovação Tecnológica, da última Pesquisa CNT MDA; maior parte já ouviu falar sobre inteligência artificial.

Cerca de um terço da população brasileira (31,8%) considera que a tecnologia poderá colocar, ou já coloca, o seu emprego em risco. Outros 44,8% se sentem confiantes e não consideram que seus empregos estejam ameaçados. As informações constam da última Pesquisa CNT MDA.

O avanço da tecnologia no ambiente de trabalho é percebido por 56,3% dos entrevistados. Ao responder se se sentem preparados para lidar com as diferentes possibilidades nessa área, 27,1% disseram que não e 32,6% afirmaram estar apenas um pouco preparados. A maior parte da população (44,9%) afirma ter uma boa relação com tecnologia, gostando de algumas novidades e sendo resistente a outras.

A pesquisa quis saber, por exemplo, quem conhece ou já ouviu falar sobre inteligência artificial, e 54,2% responderam que sim. Para 33,6% dos entrevistados, o uso de robôs pode ajudar muito as pessoas nas atividades diárias. Outros 33,3% acham que pode ajudar pouco.

Os brasileiros que responderam à 143ª Pesquisa CNT MDA também relataram quais as mudanças mais evidentes no ambiente de trabalho. As mais citadas foram o uso de computadores que exercem funções que antes as pessoas faziam (22,3%) e a presença de máquinas automatizadas e/ou robôs (19,4%). Em seguida, estão o compartilhamento de arquivos em nuvem (6,5%) e as reuniões por videoconferência (4,4%).

Sobre a participação do ensino nesse processo que envolve emprego e também a vida pessoal de cada um, 52% consideram que as escolas brasileiras, o ensino técnico e as universidades estão preparando os jovens para a nova realidade tecnológica; 38,2% avaliam que não e 9,8% não sabem ou não responderam.

A Pesquisa CNT MDA ouviu 2.002 pessoas em 137 municípios das cinco regiões do Brasil. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. A divulgação foi no dia 26 de fevereiro.

Fonte: Agência CNT de Notícias – 19/03/2019