Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo

Começa a coleta de dados da 21ª Pesquisa CNT de Rodovias

00 29 equipes que coletarão os dados da 21ª Pesquisa CNT de Rodovias saíram a campo na segunda-feira (26/6). Durante 30 dias, os pesquisadores avaliarão mais de 106 mil quilômetros em todas as regiões do país, considerando as condições do pavimento, da sinalização e da geometria da via. Eles também observarão os pontos críticos, como erosão na pista e queda de barreira; e infraestrutura de apoio, como postos de abastecimento, oficinas mecânicas e postos de Polícia Rodoviária.

Os pesquisadores percorrerão os principais corredores rodoviários, por onde são transportados os maiores volumes de cargas e de passageiros. A pesquisa avalia toda a malha federal pavimentada e os principais trechos estaduais, também pavimentados.

Com os resultados, a CNT e o SEST SENAT oferecem informações relevantes para que as transportadoras e os caminhoneiros autônomos possam planejar suas rotas de viagens, considerando as condições de cada trecho e os pontos onde é oferecida infraestrutura de qualidade. A série histórica teve início em 1995 e, em todos esses anos, o trabalho se consolidou como o principal instrumento de avaliação rodoviária do país. “Essa é a mais completa e abrangente pesquisa no Brasil sobre as condições das rodovias”, afirma o presidente da CNT, Clésio Andrade.

O diretor-executivo da Confederação, Bruno Batista, complementa que a pesquisa identifica as rodovias que melhoraram de um ano para o outro e também aquelas que estão em estado mais crítico e que precisam de investimento. “Os resultados são usados para alertar o poder público sobre os trechos mais deficientes. É um instrumento para auxiliar no planejamento da manutenção das rodovias e na formulação de políticas públicas mais ajustadas às reais necessidades dos transportadores rodoviários do país.”

As equipes que saíram a campo passaram por um intenso treinamento de três semanas, incluindo aulas teóricas e práticas. Para a coleta de dados, os pesquisadores utilizam equipamentos como GPS, computadores e tablets, mantendo comunicação em tempo real com a equipe que fica localizada na sede da CNT, em Brasília.

Fonte:  Agência CNT de Notícias  27/6/2017